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Nos últimos tempos tem se falado muito em desenvolvimento sustentável, mundo verde, etc., diversos temas tratando-se do cuidado ao mundo em que vivemos, e realmente é o que precisamos. Afinal cada vez mais o meio ambiente está se deteriorando por diversos fatores, que acabam sendo como uma fila de dominó, aonde uma ação humana vai afetando o planeta, por exemplo: desmatamentos e queimadas, que consequentemente afetam a camada de ozônio, dando sequencia a pessoas com problemas de saúde (respiratórios, dentre outros).
Esse mês de junho, de 13 a 22, estará acontecendo no Rio de Janeiro a “Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável”, a Rio+20. O evento é a reunião de governantes, ativistas ambientais, cientistas e representantes de mais de 150 países para debater melhorias e consequentemente um habitátil melhor de se viver nas próximas décadas.
A Rio+20 é assim chamada devido marcar o vigésimo aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento que foi realizado na cidade do Rio de Janeiro em 1992 (Rio-92), assim como os dez anos da Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, que aconteceu em Johanesburgo, África do Sul, em 2002.
Durante esse período de conferência, dois temas principais serão debatidos: “A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza”, e a “Estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável”.
Assim como, estarão realizando diversas avaliações: De tudo o que foi realizado nos últimos vinte anos, renovando assim um compromisso mundial com o desenvolvimento sustentável; avaliarão quais as brechas que ainda existem na execução dos acordos internacionais; abordarão os novos desafios emergentes e discutirão novas formas de recuperar os estragos que já fizemos em nosso planeta, sem deixar de progredir. Um dos grandes questionamentos será como haver um progresso econômico sem agredir ao meio ambiente.
Tomara que soluções sejam levantadas e claro, colocadas em prática. Lembrando que as alternativas para um meio ambiente melhor é uma responsabilidade de todos nós. Pois, todas as nossas atitudes do dia a dia, seja ela qual for: como descartamos o lixo, a quantidade de água desperdiçada em nossas casas, dentre outras, todas refletem no planeta em que vivemos e, portanto, em nossa vida.
Tem coisas que achamos que nunca acontecerá conosco, que só acontece com o vizinho. No caso de assassinato em escolas, só em grandes países, como Estados Unidos, que já aconteceu várias vezes.
Mas infelizmente, na manhã desta quinta-feira (07/04), um brasileiro de apenas 23 anos, acabou copiando exemplos negativos de outros países e concretizou o massacre de 11 crianças em uma escola municipal do Rio de Janeiro.
Wellington Menezes de Oliveira, o atirador, era ex-aluno da Escola Municipal Tasso de Silveira, bairro de Realengo, Rio de Janeiro. Por isso conseguiu adentrar na escola tão facilmente e dizendo que iria fazer uma palestra. [mas cá entre nós, infelizmente a segurança nas escolas brasileiras não são confiáveis]. Além, de 11 crianças morrerem, 13 ficaram feridas, sendo que quatro em estado grave. Logo em seguida a polícia foi acionada e o atirador foi atingido por um policial, e posteriormente, Wellington se suicidou.

O assassino das 11 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, Rio de Janeiro, deixou uma carta. Na carta Wellington fala de questões religiosas, demonstra que o ataque foi totalmente premeditado, como também ainda relata o seu desejo de sepultamento.

Depois de uma noticia dessa, todo mundo fica pensando, analisando e triste com o que anda acontecendo no mundo. Onde o bullying está cada vez mais crescente nas escolas, drogas sendo consumidas de forma acelerada entre os adolescentes, e até mesmo sendo comercializadas dentro do ambiente educacional, enfim, diversos fatores que deixam qualquer pai e mãe aprovados na hora de deixá-los no espaço escolar.
E você? O que pensa de tudo isso? Deixe sua opinião.
E para reflexão, fica uma frase, ou melhor, uma pergunta. “Todo mundo ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”. Essa pergunta foi à vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
A cidade maravilhosa, Rio de Janeiro, vem sofrendo ataques de violência desde o ultimo domingo (21). São cenas que lembram uma guerra, como acontecem no Iraque, Jerusalém ou Gaza. São carros incendiados, bandidos fortemente armados, arrastão de assaltos, tiroteios para todo que é lado e conseqüentemente várias mortes, policiais nas ruas com carros blindados e união de todo quanto é tipo de policia.
A onda de ataques iniciou no domingo, quando 6 homens fortemente armados fizeram um arrastão na linha vermelha, uma das principais vias do Rio de Janeiro. Depois do roubo, os bandidos incendiaram dois carros e atiraram contra um carro oficial das forças armadas, o motorista, um sargento da aeronáutica teve que se jogar no matagal para escapar das balas. No mesmo domingo, mais ataques foram registrados. Vários homens fortemente armados, com fuzis e metralhadoras espalharam o medo pela cidade, assaltando várias pessoas em diversos pontos da cidade.
Na segunda-feira, quando tudo parecia ser uma ação isolada de uma facção criminosa, mais ataques de violência começaram a surgir. Logo no inicio da manhã, criminosos renderam motoristas em uma avenida da cidade (Av.Brasil), como também incendiaram mais veículos, atiraram em policias que faziam plantão nas cabines de policia e ainda fizeram vários vandalismos nas ruas da cidade.

Nos outros dias, mais destruição. Na quarta-feira, a globo fez um flagrante na Comunidade do Complexo do Alemão, o vídeo feito em reportagem revelou o poder de fogo que os traficantes possuem. Fortemente armados, eles entravam e saiam da favela, apontando seus fuzis para o alto.
Diante de toda essa onde de violência no Rio de Janeiro, a pólicia colocou mais de 1.200 homens nas ruas e nos morros, helicópteros e 140 motos reforçaram o patrulhamento. Em uma vigilância constante e por um prazo indeterminado. A secretaria de segurança informou que ainda não existe a necessidade da ajuda de tropas federais e que os ataques são uma reação as Unidades de Policia Pacificadoras (UPP). Segundo investigadores, as ordens de ataques vieram de traficantes cariocas, que estão presos em Catanduvas, Paraná. Em outubro, uma mulher de um preso foi visitá-lo e acabou sendo presa por levar duas cartas que relatavam ataques de violência.
A região da Penha, segundo a polícia, são as regiões mais perigosas, pois se concentram várias favelas, como: Comunidade do Complexo do Alemão, Vila Cruzeiro e outras. Até hoje de manhã (25), já foram registrados: 23 mortos, 47 pessoas presas, 20 carros e 10 ônibus incendiados, 1 caminhão destruído , 2 duas cabines policiais metralhadas , 25 detidos e dois policiais feridos e que no Rio de Janeiro possui 27 favelas dominadas pelo tráfico.
Em meio a tanta violência a calma acaba sendo fundamental. A orientação que a policia dá aos moradores do RJ é que as pessoas sigam as suas rotinas, enquanto a policia faz o seu trabalho de tentar conter essa onde violência ocasionada pelo tráfico.
Foi como um mar que invadisse as ruas do Rio de Janeiro desde a final da tarde de ontem (5), parando a cidade maravilhosa e deixando um rastro de destruição.
A cidade travou! São carros atravessados, pessoas vagando pelas ruas, já que em meio ao caos os meios de transportes ficaram prejudicados. O temporal também trouxe transtorno para os aeroportos, os saguões lotados refletem a verdadeira confusão que a cidade anda enfrentando.
Já passa de 100 o número de pessoas que morreram em deslizamentos e desmoronamentos. Os morros encharcados são as grandes ameaças. Os órgãos públicos e escolas fecharam, e o prefeito já fez um apelo para que ninguém saísse de casa hoje. Para se ter uma idéia de tanta chuva, só de ontem para hoje choveu o dobro do esperado para o mês de abril inteiro.

Mas essa situação não é inédita, já ocorreu em Minas Gerais, em São Paulo e agora estamos vendo no Rio de Janeiro, a situação dramática se repete. De acordo com especialistas, isso se deve ao fato de vivermos em um país tropical, em que está entre Equador e a parte fria do hemisfério sul, então se tem o choque térmico. Vem a frente fria e como há calor e muita umidade é isso que acontece, chuvas torrenciais.
Em meio a esses acontecimentos, vem à pergunta que não quer calar, será que vai chover nas olimpíadas? Será que vai chover no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte, em Porto Alegre na Copa do Mundo? É, porque sabemos que se chove inunda tudo, as cidades param. E isso tudo é culpa das chuvas ou da própria cidade? No Chile existem terremotos, mas o país se preparou, resistiu ao mais forte deles e segundo os especialistas em um país tropical essas chuvas são bem mais previsíveis do que os terremotos.
Sabemos que muitas mudanças climáticas andam acontecendo por conta do próprio homem, é como se a natureza estivesse irritada com isso e muitos fatores ocorrem como conseqüência do cotidiano do ser humano. Por exemplo, as cidades insistem em trocarem a permeabilidade do solo por concreto, substituírem os riachos e córregos por prédios, causar o desmatamento, como também a “simples” ação de jogar lixo no chão que traz como conseqüência o entupimento dos bueiros.
Portanto, essas conseqüências que hoje estamos presenciando poderiam ser evitadas ou amenizadas se o ser humano fosse mais prudente com suas ações. É como já dizia Nelson Falcão Rodrigues, “um caos desses não se improvisa”.
E você, o que acha a respeito? Não deixe de comentar.
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