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Brasil Dará Inicio na produção de Medicamento para o Tratamento da AIDS e Hepatite.

MedicamentoNesta quarta-feira (9) o Ministério da Saúde noticiou que o Brasil começará a produzir o medicamento tenofovir, usado no combate da AIDS, como também a todos os tipos de hepatite e que é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS)

O medicamento é importado do laboratório americano Gilead, só a última aquisição foi de aproximadamente R$180 milhões e a previsão é que todo o medicamento dure até maio deste ano. Para os próximos meses, a nova remessa já será do laboratório brasileiro Funed (Fundação Ezequiel Dias), de Minas Gerais.

De acordo com o secretário substituto de Ciências e Tecnologia do Ministério da Saúde, Zich Moyses, a alteração do fornecedor internacional para o nacional gerará uma economia de aproximadamente R$65 milhões por ano, fazendo uma comparação da compra, somente dos anos de 2009 e 2010. A estimativa do governo é que no período de 5 anos (2009-2014), a economia seja de, aproximadamente, R$400 milhões por ano.

Para Zich Moyses, a produção feita no Brasil não apenas fará uma modificação na economia brasileira, já que tudo o que é gasto, é investido aqui e conseqüentemente gera novos empregos, mas como também forçará os outros laboratórios a diminuírem seus preços, devido à concorrência.

Atualmente 64 mil pacientes com AIDS e 1,5 mil de hepatites, fazem o uso do medicamento no Brasil.

 
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Artistas Internacionais Abandonam Redes Sociais por Causa Nobre

Keep a Child AliveNo inicio desta semana houve muitos rumores de que vários artistas estariam abandonando uma das redes sociais mais acessada do mundo, Twitter, mas hoje (30) já se tem uma explicação pelo “abandono”. É por uma causa bastante nobre, trata-se do projeto “Keep a Child Alive” (Mantenha uma Criança Viva).

Dia 1 de dezembro é o dia mundial de combate à AIDS. Pensando nisso, vários artistas internacionais resolveram se unir para ajudar o projeto criando o “Digital Life Sacrifice” (Sacrifício da Vida Digital). A iniciativa veio da cantora Alicia Keys e que já tem apoio em massa de várias celebridades como: Lady Gaga, Unsher, Jenniffer Hudson, Ryan Seacrest e vários outros.  Todos irão deixar de acessar suas redes sociais até que o projeto arrecade um milhão de dólares.

Para Alicia Keys a iniciativa fará que as pessoas doem alguma quantia para  receber as informações de seus artistas preferidos o mais rápido possível novamente. Já para o presidente e co-fundador da “Keep a Child Alive”, a iniciativa procura “fazer um tipo de apontamento: porque nos importamos tanto com a morte de uma celebridade em oposição a de milhões e milhões de pessoas à nossa volta? Enquanto as mortes das celebridades são apenas virtuais, pessoas morrem todos os dias vítimas de complicações da AIDS.”

As doações podem ser feitas através de mensagens de texto, escaneamento de código de barras e compra de camisetas “compre vida”. Todo dinheiro arrecado será revertido para ajudar famílias portadoras do vírus HIV/AIDS que moram na África e Índia.

Fonte: keepachildalive

Fonte: keepachildalive

Os artistas que abraçaram a causa gravaram um vídeo para “Digital Life Sacrifice”, eles aparecem deitados em caixões e lembram o objetivo da campanha. Amanha (01/12) a campanha deve começar a ser vinculada, como também será a ultima twittada de cada celebridade. Dando inicio assim ao projeto no Dia Mundial de Luta contra a AIDS.

Para maiores informações acesse o site da campanha. Clique Aqui!

 
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AIDS – 1º Dezembro: O Combate ao Preconceito e o Aumento da Prevenção.

combate_aidsConverter o 1º dezembro no Dia Mundial de Combate à AIDS foi uma determinação da Assembléia Mundial de Saúde em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), que teve início em outubro de 1987. O dia de conscientização ao combate a doença, chama atenção para a necessidade do exame, a prevenção contra a doença, como também serve para acabar com o preconceito as pessoas infectadas pela doença.

De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), há mais de 6.800 novas contaminações diárias pelo vírus da AIDS no mundo todo e mais de 5.700 mortes acontecem diariamente em decorrência da doença. Segundo o Departamento de DST do Ministério da Saúde, de 1980 a junho deste ano, foram registrados 544.846 casos no Brasil e que durante esse período mais de 200 mil óbitos ocorreram em conseqüência da doença.

Dados computados até 30 de junho deste ano revelam que 8157 homens e 5501 mulheres receberam o diagnóstico no Brasil, sendo que grande parte entre 40 e 49 anos. Em comparação há dois anos anterior (2007 e 2008), os números têm sem mantido estável.

No início da epidemia, a AIDS era diagnosticada em mais pessoas do sexo masculino, porém nos dias atuais esse número ficou bastante paralelo em ambos os sexos. Por exemplo, em 1986 era de 15 casos de homens infectados para cada um em mulheres. A partir de 2003 esse número estabilizou-se, para cada 15 casos em homens, existem 10 casos de mulheres diagnosticadas. Portanto, hoje não existem mais grupos de riscos e sim comportamento de risco, já que o vírus passou a se difundir de forma geral.

Apesar de dados significativos, ainda existem muitas pessoas com dúvidas a respeito da AIDS. O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) é o vírus causador da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Existem muitas pessoas soropositivas (com o vírus) que vivem muito tempo, ou melhor, muitos anos sem desenvolver a doença. Apresentando apenas seus sintomas, como febre demorada, emagrecimento, falta de apetite, queda de cabelo. A doença deixa a pessoa muito debilitada, o que acaba desencadeando outras enfermidades, levando o portador do HIV à morte. Portanto, a pessoa não morre de AIDS e sim como conseqüência dela.

seguro camisinhaQualquer pessoa pode adquirir o HIV, desde que possua comportamentos de risco como: relação sexual sem a utilização de preservativos com uma pessoa infectada, compartilhamento de seringas e agulhas, transfusão de sangue contaminado pelo HIV, reutilização de objetos perfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos com o vírus, como também durante o parto normal.

A probabilidade de uma pessoa ser contaminada pelo vírus durante o beijo é mínima. Existe caso haja uma lesão grande na boca, como por exemplo, após uma cirurgia de extração de dente. Portanto, a AIDS/HIV não é transmitida pelo abraço, toque, compartilhando talheres, usar o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, na piscina, praia, etc. Deste modo, não se contrai AIDS estendendo a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.

O preconceito e a discriminação contra o portador do HIV são as maiores obstáculos no combate à doença, à assistência, ao tratamento e ao seu diagnóstico. No Brasil já existe um modelo de tratamento para a AIDS, que atualmente é avaliada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma referência para o resto dos países. Agora nós, devemos descobrir uma forma de anularmos os preconceitos, a discriminação contra os portadores do vírus e sermos mais solidários do que somos por natureza. Abolir com o preconceito e aumentar a prevenção, precisam hábitos constantes de nossas vidas.

 
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