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Imagine a seguinte situação: Você poder ler o seu livro favorito a qualquer hora do dia, sem ter que carregá-lo e lotar ainda mais a sua bolsa ou pasta. Essa cena já é possível aqui no Brasil através de um aparelho muito leve e fino, que quase não ocupa espaço, é o chamado leitor de livros digital.
É como se uma biblioteca coubesse na palma de sua mão, pesando menos de 300 gramas, podendo armazenar um conteúdo de 1.500 livros. O Kindle foi desenvolvido ao longo de três anos pela empresa norte americana Amazon, com o intuito de revolucionar o mercado literário.
O Kindle funciona com a mesma tecnologia dos telefones celulares. Através de uma conexão 3G, totalmente gratuita, não necessitando inserir chip de nenhuma operadora, sem login e senha, em menos de um minuto um dos 350 mil títulos disponíveis é disponibilizado para sua leitura. Possui um dicionário instalado, bastando apenas o usuário posicionar o cursor na palavra desejada e o Kindle já mostra o significado da palavra ao lado. A tela feita de papel eletrônico não se parece nada como uma tela de computador, pois possui até a função de marcar a ultima página que se leu. Por exemplo, quando se marca a página, o Kindle vira o cantinho da “folha”, como se tivesse dobrando a página do livro, deixando assim a sensação de estar lendo um livro tradicional. E mais, possui até um dispositivo para que quando o leitor estiver cansado, o aparelho “ler” o livro e o leitor pode ouvir então a leitura.
Apesar de tantos atributos o Kindle ainda deixou a desejar para certas pessoas mais exigentes. A maior reclamação é devido ser monocromático. A Amazon diz que ainda vai levar alguns anos para criar a versão em cores.
A chegada do Kindle da Amazon provocou certo aquecimento nesse mercado literário eletrônico, trazendo grande competitividade nesse setor. Grandes nomes da indústria estão querendo conquistar esse mercado, produzindo suas versões, como é o caso da Sony que possui seu leitor muito parecido ao Kindle, mas ele não tem a mesma tecnologia sem fio da Amazon. A Apple também tem um aplicativo do iPhone que permite baixar livros pela internet e a Google também pretende entrar ano que vem com um acervo de 500 mil títulos, que estarão disponíveis em um formato livre, ou seja, poderão ser acessados por qualquer leitor eletrônico.
Essa competição no ramo de leitor de livros digital certamente é bem vinda para nós consumidores. Afinal esse aumento irá ajudar no custo da aquisição do aparelho, pois com mais concorrências os preços podem ficar bem mais acessíveis, já que no Brasil o Kindle chega em torno de mil reais. O que seria equivalente 34 livros de papel que uma pessoa gastaria. Vale ressaltar que além do aparelho deve-se pagar para baixar os livros. Nos Estados Unidos o Kindle está custando mais ou menos R$250,00. Quanta diferença hein?
Iomega Ego 34614 320GB Externo
R$ 395,10
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