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Foi-se o tempo em que vídeo game era apenas diversão e passa tempo de criança. Hoje, estudos comprovam que a prática do console traz grandes benefícios no crescimento intelectual da criança. E com o surgimento dos vídeos games com sensores de movimento, os benefícios só aumentaram. A “Gameterapia” serve para incentivar a atividade cerebral do paciente e até recuperar movimentos.
Atualmente os consoles com sensores de movimentos são usados como ferramenta para reabilitação em pacientes ortopédicos e neurológicos. Essa nova prática terapêutica iniciou-se no Canadá há algum tempo e hoje, é facilmente encontrada em vários outros países, inclusive no Brasil. As clínicas mais modernas de fisioterapia adotam esse tipo de terapia virtual.
Indicada para todos os tipos de idades, a terapia virtual vem ser um complemento as outras práticas terapêuticas. De acordo com fisioterapeutas “a terapia com vídeo game vem só para somar com o que já fazemos. Ele sozinho não é só fisioterapia ou só jogo, mas com as outras técnicas que a fisioterapia já tem, ele vem só para acrescentar”.
E como sabemos que o vídeo game acaba sendo “viciante” o difícil é dizer ao paciente que a hora da terapia terminou, imagine ai o sufoco para o fisioterapeuta dizer à criança que a hora da brincadeira chegou ao fim. “Não usamos uma sessão inteira de 40 minutos, meia hora, de videogame. Ele é usado em um tempo menor, como parte da terapia, seja no começo, no meio ou no final. Isso vai depender da criança”, explica à especialista.
Pesquisadores americanos descobriram que os jogos de tênis, boliche e boxe, do Nintendo Wii, melhoram a rigidez, movimento e habilidades motoras, como também diminuição de episódios de depressão em 20 pacientes acometidos do mal de Parkinson.
Que massa hein?!?!?
Quem nunca viu uma pessoa com manias repetitivas, sagradas, por ai?!?! Pois bem, esse é um mal que aflige muitos seres humanos do mundo e, é chamada de TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo).
O TOC ou Transtorno Obsessivo-Compulsivo é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade que, de acordo com a Associação Psiquiátrica Brasileira, atinge aproximadamente 4 milhões de jovens e adultos no Brasil. O TOC caracteriza-se pela presença de crises crônicas de obsessões e compulsões.
De acordo com especialistas, a obsessão é aquele pensamento, idéia e imagem, mesmo sem sentido, que surgem no individuo, insistentemente, sem que ela queira e que não consegue tirar da cabeça. Já a compulsão é o ritual feito para afastá-lo, para livrar-se do incomodo, seguindo regras, etapas rígidas e pré-estabelecidas que ajudam a aliviar a ansiedade.
Segundo psiquiátricos, o transtorno pode ser desenvolvido por qualquer pessoa e que, muitas das vezes, os primeiros indícios ocorrem na adolescência. Quanto mais tarde o TOC for diagnosticado, mais difícil é de controlá-lo. Dessa forma, a informação é de suma importância para quem sofre do problema. A família e escola desenvolvem um grande papel para que o jovem descubra, o mais rápido possível, o transtorno.
Várias pessoas famosas já sofreram e se tratam, devido o TOC, como por exemplo: O cantor Roberto Carlos que não saía de um lugar pela porta que entrou, não usava marrom e não dizia palavras negativas. Parou até de cantar um de seus sucessos, “Quero Que Vá Tudo pro Inferno”. Outra pessoa é a atriz Luciana Vendramini: ficou entre 1999 e 2003 sem trabalhar, tempo que levou para vencer a doença. Quando começou a desencadear o TOC, a atriz só conseguia dormir depois de ver três táxis amarelos. No auge, ficou dez horas no chuveiro, esperando um pensamento bom vir à mente.
Vale ressaltar que antes de procurar ajuda é bom avaliar o seu comportamento. Já que não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, porém, se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e necessita de tratamento.
Lembro-se que: esconder os sinais, sintomas por vergonha ou insegurança é um mal caminho a ser percorrido. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença.
E você, possui TOC? Conte-nos sua experiência!
Câncer é uma doença que deixa toda ser humano apavorado, mas graças ao avanço da medicina a cura é bem provável, quando diagnosticada precocemente.
Infelizmente no inicio do mês, o ator global Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com um Linfoma Não-Hodgkin e depois de vários exames, o resultado foi de que o ator encontra-se com um tipo de linfoma raro e mais agressivo: Linfoma de células T. Que vem ser células fabricadas na medula óssea, sendo as responsáveis pela imunidade do organismo.
Como o Linfoma de células T Não-Hodgkin afeta o sistema imunológico, pode haver lesões ósseas, manchas na pele, perda de peso e se espalhar para outros órgãos.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer) os linfomas são neoplasias malignas geradas nos linfonodos (gânglios). Os linfomas Não-Hodgkin existem mais de 20 subtipos catalogados, sendo 90% dos casos existentes e para cada tipo existe um tratamento especifico. Já os Linfomas Hodgkin correspondem apenas 10% dos casos.
Segundo especialistas, para o caso de linfoma de células T, com estágio mais avançado o tratamento é mais rápido possível e geralmente com esquema intensivos de quimioterapias. O paciente recebe altas doses de quimioterapia e intervalos curtos. Tal ação é executada para que se tenha maior taxa de sucesso possível na erradicação da doença. O tratamento de câncer é feito por ciclos de quimioterapia e dependendo da reação, melhora do paciente, esse ciclo pode ser completado com a radioterapia e alguns casos, se necessário, transplante de medula óssea.
Especialistas explicam ainda que, no estagio do tratamento não necessariamente o paciente precisa ficar internado o tempo todo. O paciente estando em boas condições recebe alta e retorna ao hospital para submetesse ao ciclo seguinte de quimioterapia. Mas que os efeitos colaterais da quimioterapia, infelizmente, são desagradáveis e imediatas como: náuseas, vômito, queda de cabelo, dentre outras.
Os linfomas não são hereditários, mas que existem alguns fatores de risco como: exposição a altos níveis de radiação, pessoas com imunidade baixa em consequência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção pelo HIV, Pacientes portadores dos vírus Epstein-Barr, HTLV1, e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas).
Apesar de não ser uma doença muito frequente, os casos duplicaram nos últimos anos e segundo o site da Abrale, a incidência do linfoma não-Hodgkin aumenta progressivamente com a idade. Em torno de 4 casos/100.000 indivíduos ocorrem aos 20 anos de idade. A taxa de incidência aumenta 10 vezes, passando para 40 casos/100.000 indivíduos com 60 anos e mais de 20 vezes, chegando a 80 casos/100.000 indivíduos após os 75 anos de idade.
Toda mulher com vida sexualmente ativa, já passou pela situação de na hora “H” o parceiro não querer usar a camisinha. Seja por desculpas de que a camisinha tira o prazer, de que ela aperta demais, que causa desconforto, que isso e aquilo.
Mas agora mais uma desculpa esfarrapada será descartada. Sabemos que ela já existe em vários tamanhos (P, M e G), agora fique sabendo que ela terá uma nova dimensão, o tamanho GG. Sendo assim será impossível ouvir reclamações de que a camisinha aperta demais pênis.
A empresa Preserv, que é especializada em camisinhas de dimensões diferenciadas, anunciou que no mês que vem (setembro), haverá o lançamento de seu preservativo Extra Premium, espécie de tamanho GG, com 58 mm de largura. O equivalente ao G, o Extra, com 55 mm, já é o mais vendido da linha de tamanhos diferentes da marca.
A grande diferença do novo produto em relação às camisinhas padrão no Brasil é especialmente o “calibre”. Grande parte dos preservativos em comercialização, possuem 52 mm de largura, quem vem ser 6 mm a menos que a Extra Premium. Já no quesito comprimento, os padrões chegam a 19 cm e a nova camisinha chega até 19,8 cm.
De acordo com o gerente de marketing da Blau, dona da Preserv, Moacir Sánchez, a idéia de fazer camisinhas maiores surgiu da verificação de que cada vez mais homens avantajados necessitam de mais conforto: “a largura é mais importante. O comprimento faz menos diferença por causa da bainha. A margem de segurança necessária para evitar vazamentos é a cobertura da glande (cabeça do pênis) até o meio do membro”.
Moacir disse ainda que a nova camisinha, importada, além do tamanho possui outro material, o poliuretano. “É mais resistente que o látex, o que permite que o preservativo seja mais fino, proporcionando mais conforto e menos chance de alergia. Como também, a Extra Premium não terá cheiro e será transparente”, conta.
É isso aí homens, procurem um preservativo proporcional ao tamanho de seu pênis. Pois agora não existe mais nenhuma desculpa para não se prevenir, segurança durante a relação sexual é essencial.
A ciência na área da medicina estética tem evoluído a passos largos, cada dia surge novidades neste ramo para melhorar a beleza e auto-estima de quem tá precisando dar uma melhorada no look.
A medicina estética disponibiliza procedimentos que vão da toxina botulínica aos preenchimentos faciais para evitar ou prolongar a necessidade de uma cirurgia de face, por exemplo: passando pelos peelings, laser, carboxiterapia, técnicas de remodelamento de colágeno e outros.
Esses artefatos realmente podem prolongar a necessidade de uma cirurgia de face ou de pálpebras, por exemplo, fazendo com que a pessoa aparente um ar mais jovem sem recorrer ao bisturi e às vezes com resultados mais naturais, no entanto é preciso ter cuidado com os tipos de produtos utilizados no mercado, bem como com os profissionais que você escolhe para realizar esses procedimentos, pois, às vezes, dependendo do produto e do profissional esses procedimentos também podem ter resultados desastrosos. Procure saber sobre a qualidade do produto que o profissional está utilizando, se o mesmo é liberado pelos órgãos de vigilância sanitária (ANVISA) bem como, a formação deste profissional. Opte sempre por um médico para fazer este procedimentos de forma adequada, de preferência que trabalhe nesta área da estética como cirurgiões plásticos ou dermatologistas que têm uma visão mais apurada da estética.
Com a Bioplastia é possível modificar os volumes faciais, redefinir a mandíbula, corrigir sulcos e rugas, minimizar rugas de expressão, elevar o olhar, realizar uma blefaroplastia química (elevação das sobrancelhas – através da Toxina botulínica), enfim, a Bioplastia permite agir sobre o relógio do tempo.
A técnica ainda permite corrigir defeitos estéticos como a forma do nariz, o volume dos lábios, o queixo retraído, a forma da mandíbula, sem cirurgia. Cada vez mais tem sido usado no mercado produtos que são de durabilidade limitada em média de 8 meses a 1 ano e meio, no caso dos preenchedores o que dá mais segurança ao paciente em caso de não ficarem satisfeitos como o resultado. Além disso, esse tipo de produto (hoje muito utilizado o acido hialurônico) respeita cada fase do envelhecimento do paciente sem ficar aquele ar de artificial que os preenchedores definitivos causam em longo prazo.
Por tanto, para aqueles que querem dar um “Up” na beleza sem recorrer ao bisturi, vai aí essa dica da bioplastia, que melhora os contornos faciais, diminuindo os sinais de envelhecimento. Mas que sinais são esses?
Vamos enumerar alguns que talvez você nem saiba:
Bom agora que você já sabe quais são os sinais de envelhecimento fique atento, e não deixe eles progredirem, o melhor tratamento é a prevenção, e prevenir o envelhecimento precocemente promete um ar mais jovem por mais tempo, com maior sensação de bem estar e mais qualidade de vida.
Por Dra. Janete Clívea
Cirurgiã Plástica – CRM : 11.112
Membro Especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
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